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domingo, 22 de julho de 2012

PROJETO: OS TRÊS PORQUINHOS (Squeak Etoys)


PROJETO: OS TRÊS PORQUINHOS
 
Justificativa
 
Com a finalidade de contribuir para a aprendizagem da leitura e da escrita dos alunos do 2º ano será utilizado como recurso, à história dos três porquinhos e reconto desta história – a verdadeira história dos três porquinhos-, uma vez que o trabalho com histórias torna-se um amplo espaço de significações aberto as emoções, realidade e a imaginação.
Sendo assim, pelo encanto que produzem e pela importante função afetiva que tem para as crianças, é que os contos merecem ser trabalhados durante todo ano letivo, como incentivo para leitura.
A relevância do trabalho com narrativas se caracteriza pela possibilidade de conhecer, construir e contar boas histórias.
A proposta deste projeto é que os alunos conheçam diversas histórias e seus ensinamentos. Mas, além de conhecerem, é importante que saibam recontá-las com segurança e fluência, reescrevendo-as segundo sua realidade, tendo a capacidade de criarem novas versões. Dessa forma, não apenas estarão trabalhando questões especificas do conto, como também ampliarão seu repertório histórico cultural e suas experiências no convívio social.
 
Objetivo Geral
 
Possibilitar aos educandos a reflexão sobre a importância da leitura e da escrita, enfocando a diversidade textual como recurso necessário à prática de formação de leitores conscientes.
 
Objetivos Específicos

• Assegurar diariamente a leitura;
• Problematizar os textos lidos através de perguntas orais e até escritas;
• Promover a pesquisa no dicionário, do vocábulo desconhecido;
• Favorecer momentos de discussão coletiva, acolhendo as idéias dos alunos e possibilitando a troca de informações;
• Garantir o trabalho em grupo para que os alunos possam ser parceiros, colocando em jogo saberes, tanto nas atividades de escrita como nas de leitura;


Desenvolvimento

O projeto terá duração de três meses . Será realizado da em três etapas, cada etapa terá em média um mês de duração:

1ª Etapa:

A professora através de uma roda de conversa vai fazer uma sondagem sobre o que as crianças sabem sobre a história dos três porquinhos, vai anotar todos os pontos e vai trabalhar seguindo esta linha de raciocínio, levando em consideração a ótica do educando. 
No segundo dia será contada para as crianças a história dos três porquinhos com a utilização de palitoche (teatro de vara). A partir daí serão trabalhadas questões como:
·         As diferenças entre os irmãos, pois todos nós somos diferentes
·         Tipos de Moradia;
·         Família;

2ª Etapa

Depois de serem trabalhados estes aspectos os alunos terão a oportunidade de verem um vídeo da história dos três porquinhos.
Assim, vamos trabalhar no programa Squeak Etoys a formação de desenhos retratados na história (os três porquinhos, o lobo e as casas de palha, madeira e tijolos).
Depois disso, vamos confeccionar um cartaz com história coletiva dos três porquinhos, e trabalharemos com o texto, estrutura do texto: começo, meio e fim, idéia central do texto e moral da história. Vamos trabalhar também com outros textos, tais como: A casa de Vinícius de Morais e a música: A melhor casa do mundo.

3ª Etapa

A partir daí será trabalhado com os alunos, o reconto da história - a verdadeira história dos três porquinhos, e a representação por meio de desenhos, onde vamos falar de valores, cada história tem duas ou mais versões, cada um de nós temos o direito de expressar a nossa versão, ou seja, a forma que enxergamos os fatos.
E para finalizar será feito uma dramatização com o reconto “A verdadeira história dos três porquinhos”.



Culminância: Exposição das ilustrações produzidas pelos alunos no programa Squeak Etoys.





Projeto referente à Turma EMEF - São João Chrisostomo - Informações
Entidade: UFRJ
Curso: Curso de formação continuada de professores do estado do Rio de Janeiro
Local de realização: Cariacica
Módulo: Módulo 01: Apropriação Tecnológica
Oferta: 2012/04

Minhas impressões sobre tecnologia na Educação


Minhas impressões sobre tecnologia na Educação
Atualmente, as novas tecnologias tendem a auxiliar o processo de ensino aprendizagem, uma vez que o educando já inserido neste contexto passa a produzir mais e melhor aprimorando a sua capacidade de aprendizagem e do saber crítico reflexivo.

Vale ressaltar que as tecnologias vem como suporte para o professor em sala de aula, mas, que não substitui o calor humano e o campo das emoções que são essenciais para que a aprendizagem ocorra.








Texto referente à Turma EMEF - São João Chrisostomo - Informações
Entidade: UFRJ
Curso: Curso de formação continuada de professores do estado do Rio de Janeiro
Local de realização: Cariacica
Módulo: Módulo 01: Apropriação Tecnológica
Oferta: 2012/04

sábado, 14 de julho de 2012

Afinal, que são redes?


 


 Afinal, que são redes?

Redes são formas comunicação que o ser humano criou para facilitar e organizar as estruturas do labirinto de informações que é composto a internet. Que por sua vez tem o seu lado bom, que é da interação mesmo à distância ,mas também tem o seu lado ruim, que é o da perda do contanto físico nas relações interpessoais.





Texto referente à Turma EMEF - São João Chrisostomo - Informações
Entidade: UFRJ
Curso: Curso de formação continuada de professores do estado do Rio de Janeiro
Local de realização: Cariacica
Módulo: Módulo 03: Atividade I

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sobre o UCA

Em 10 de junho de 2010, a Medida Provisória 472/09 foi convertida na lei 12.249, criando assim definitivamente o Programa Um Computador por Aluno – PROUCA e também foi instituído o Regime Especial de Aquisição de  Computadores para Uso Educacional, o RECOMPE.

O Programa UCA tem como objetivo utilizar a tecnologia, a inclusão digital e o adensamento da cadeia comercial do Brasil na educação.

Tudo começou em 2005, no Fórum Econômico Mundial, em Davos – Suíça, quando foi apresentado ao governo brasileiro o projeto OLPC (One Laptop per Child – um laptop por criança) que aliava um laptop ao custo de US$ 100,00 a educação. O presidente do Brasil aceitou a ideia e criou um grupo interministerial para avaliá-lo e apresentar um relatório.

Depois de muitas conversas, reuniões e debates sobre a utilização pedagógica das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) nas escolas, foi criado um grupo de trabalho, formado por especialistas no uso das TIC’s na educação. O grupo foi dividido em três frentes: um grupo responsável pela formação, outro grupo pela avaliação e um terceiro para a pesquisa.

No ano de 2007, foram selecionadas 5 escolas, de cinco estados, para se aplicar o projeto experimentalmente.

Em janeiro de 2010, um consórcio ganhou o pregão para o fornecimento de 150 mil laptops educacionais para aproximadamente 300 escolas públicas selecionadas. Cada escola recebeu os laptops e a infraestrutura necessária para a internet, além de capacitação para os professores e gestores  sobre o programa e também para o uso da nova ferramenta. As escolas foram selecionadas pelas Secretarias de Educação Estadual ou Municipal via UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação). Para se beneficiar do projeto, cada escola precisaria:

  • Ter em torno de 500 alunos e professores;

  • Possuir energia elétrica e armários para armazenar os equipamentos;

  • Em cada estado, pelo menos uma escola deveria estar na capital e outra na zona rural;

  • Preferencialmente estar próxima aos NTE (Núcleo de Tecnologia Educacional) ou Instituições de Ensino Superior Públicas ou Escolas Técnicas Federais;

  • Secretarias de Educação Estaduais ou Municipais deveriam assinar um termo de adesão e enviar um ofício ao MEC (Ministério da Educação).

Inicialmente, seis municípios receberá o UCA Total, onde todas as escolas do local serão atendidas com equipamentos, conexão e capacitação. Os municípios são:

domingo, 20 de maio de 2012

Projeto UCA

O que é UCA?

É um programa do Governo Federal que tem como objetivo ser um projeto Educacional utilizando tecnologia, inclusão digital e adensamento da cadeia produtiva comercial no Brasil. A sigla UCA significa Um Computador por Aluno. 

 

 Como Começou?

 O projeto OLPC foi apresentado ao governo brasileiro no Fórum Econômico Mundial em Davos - Suíça, em janeiro de 2005. Em junho daquele ano, Nicholas Negroponte, Seymour Papert e Mary Lou Jepsen vieram ao Brasil especialmente para conversar com o presidente e expor a idéia com detalhes. O presidente não só a aceitou, como instituiu um grupo interministerial para avaliá-la e apresentar um relatório.

Após reuniões com especialistas brasileiros para debates sobre a utilização pedagógica intensiva das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) nas escolas, foi formalizada uma parceria com a FacTI (Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação) – FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) para a validação da solução da Organização OLPC, proposta originalmente pelo MIT.

Em Fevereiro de 2006 a FacIT chamou mais três instituições para integrar o grupo técnico e fazer um estudo sobre a solução OLPC:

  • CenPRA – Centro de Pesquisa Renato Archer;

  • CERTI – Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras e

  • LSI – Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico.

Durante o ano de 2007 foram selecionadas 5 escolas, em cinco estados, como experimentos iniciais, em São Paulo-SP, Porto Alegre-RS, Palmas-TO, Piraí-RJ e Brasília-DF. 

 

Projeto piloto

Em 2010, o UCA entrou em sua fase 2, denominada Piloto. Esta etapa abrangerá cerca de 300 escolas públicas pertencentes às redes de ensino estaduais e municipais, distribuídas em todas as unidades da federação e selecionadas mediante critérios acordados com o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (SEED/MEC) e a Presidência da República. 

 

Formação

O processo de formação acontece em três níveis ou ações e envolve, além das escolas participantes, as universidades (IES), Secretarias de Educação (SE) e os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE). A formação terá caráter semi-presencial e será dividida em módulos, abrangendo as dimensões teórica, tecnológica e pedagógica.

Além da formação, o UCA também conta com ações dedicadas a avaliar a execução dos pilotos. O processo prevê uma avaliação diagnóstica antes da implementação dos pilotos, avaliação formativa durante sua execução e uma avaliação de impacto.

Já as ações de monitoramento do UCA irão envolver dois componentes principais: um conjunto de ferramentas de monitoria e uma sala de monitoramento, com pessoal capacitado para acompanhar o andamento do projeto.



Fonte: http://www.uca.gov.br/institucional/projeto.jsp