É um programa do Governo Federal que tem como objetivo ser um
projeto Educacional utilizando tecnologia, inclusão digital e
adensamento da cadeia produtiva comercial no Brasil. A sigla UCA significa Um Computador por Aluno.
Como Começou?
O projeto OLPC foi apresentado ao governo brasileiro no Fórum
Econômico Mundial em Davos - Suíça, em janeiro de 2005. Em junho daquele
ano, Nicholas Negroponte, Seymour Papert e Mary Lou Jepsen vieram ao
Brasil especialmente para conversar com o presidente e expor a idéia com
detalhes. O presidente não só a aceitou, como instituiu um grupo
interministerial para avaliá-la e apresentar um relatório.
Após reuniões com especialistas brasileiros para debates sobre a
utilização pedagógica intensiva das TIC (Tecnologias da Informação e
Comunicação) nas escolas, foi formalizada uma parceria com a FacTI
(Fundação de Apoio à Capacitação em Tecnologia da Informação) – FINEP
(Financiadora de Estudos e Projetos) para a validação da solução da
Organização OLPC, proposta originalmente pelo MIT.
Em Fevereiro de 2006 a FacIT chamou mais três instituições para
integrar o grupo técnico e fazer um estudo sobre a solução OLPC:
CenPRA – Centro de Pesquisa Renato Archer;
CERTI – Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras e
LSI – Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico.
Durante o ano de 2007 foram selecionadas 5 escolas, em cinco
estados, como experimentos iniciais, em São Paulo-SP, Porto Alegre-RS,
Palmas-TO, Piraí-RJ e Brasília-DF.
Projeto piloto
Em 2010, o UCA entrou em sua fase 2, denominada Piloto. Esta
etapa abrangerá cerca de 300 escolas públicas pertencentes às redes de
ensino estaduais e municipais, distribuídas em todas as unidades da
federação e selecionadas mediante critérios acordados com o Conselho
Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed), a União Nacional
dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a Secretaria de
Educação a Distância do Ministério da Educação (SEED/MEC) e a
Presidência da República.
Formação
O processo de formação acontece em três níveis ou ações e
envolve, além das escolas participantes, as universidades (IES),
Secretarias de Educação (SE) e os Núcleos de Tecnologia Educacional
(NTE). A formação terá caráter semi-presencial e será dividida em
módulos, abrangendo as dimensões teórica, tecnológica e pedagógica.
Além da formação, o UCA também conta com ações dedicadas a
avaliar a execução dos pilotos. O processo prevê uma avaliação
diagnóstica antes da implementação dos pilotos, avaliação formativa
durante sua execução e uma avaliação de impacto.
Já as ações de monitoramento do UCA irão envolver dois
componentes principais: um conjunto de ferramentas de monitoria e uma
sala de monitoramento, com pessoal capacitado para acompanhar o
andamento do projeto.
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